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	<title>Alice News &#187; Desarrollismo</title>
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		<title>Teste: Para você, os fins justificam os meios?</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2016 23:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adoro testes. Estas perguntas foram feitas com base em situações reais. E as respostas também. Blog do Sakamoto 20 Mar 2016 1) Concorda que pessoas sejam torturadas pela polícia, em delegacias ou dentro...
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Adoro testes. Estas perguntas foram feitas com base em situações reais. E as respostas também.</p></blockquote>
<p><a href="http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2016/03/20/teste-para-voce-os-fins-justificam-os-meios/"><br />
Blog do Sakamoto</a><br />
20 Mar 2016</p>
<p>1) Concorda que pessoas sejam torturadas pela polícia, em delegacias ou dentro de camburões, para confessarem crimes que talvez nem tenham cometido?</p>
<p>( ) Não. Pela lei, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário.<br />
( ) Sim. Se alguém está sendo torturado pela polícia, algum crime deve ter cometido.</p>
<p>2) Acredita que um jornalista deva ser obrigado a revelar a identidade de uma fonte usada em uma apuração após a Justiça, atendendo a um político que se sentiu ofendido pela revelação, assim ordenar?</p>
<p>( ) Não. O direito ao sigilo de fontes é protegido pela Constituição Federal e é um dos pilares de nossa liberdade de imprensa.<br />
( ) Sim. Não é função de pessoas honestas questionar decisões judiciais.</p>
<p>3) Considera que, em nome da implantação de uma usina hidrelétrica que vai gerar energia para cidades distantes dali, uma população rural deva ser expulsa, sua qualidade de vida destruída e seu meio ambiente alterado sem que ela seja devidamente ouvida?</p>
<p>( ) Não. O Brasil é signatário de convenções internacionais que garantem que a população afetada seja ouvida antes do projeto começar.<br />
( ) Sim. A qualidade de vida de milhões se sobrepõe à de alguns milhares.</p>
<p>4) Concorda que uma operação de resgate de escravos seja suspensa pela Justiça após o fazendeiro afirmar que ficar sem aquela mão de obra no momento crucial da safra poderia render severos prejuízos?</p>
<p>( ) Não. Trabalho escravo é crime previsto no Código Penal brasileiro e proibido por tratados internacionais.<br />
( ) Sim. Melhor a pessoa ter o que comer e onde dormir do que nada. E uma empresa não pode sofrer nas mãos de procuradores e auditores fiscais do trabalho que enxergam escravidão em todo o lugar.</p>
<p>5) Em nome do combate contra a violência e pela segurança da sociedade, o poder público pode adotar uma política diferenciada pela cor de pele, origem social ou lugar de residência, prender e manter presas pessoas sem provas ou entrar em casas sem mandados judiciais?</p>
<p>( ) Não. A política de segurança pública não pode passar por cima de direitos fundamentais sob o risco do Estado se tornar aquilo que quer combater.<br />
( ) Sim. Para garantir a segurança da população, alguns sacrifícios devem ser feitos.</p>
<p>6) Você considera que grampos e escutas telefônicos captados de forma ilegal podem ser usados como provas em processos quando são indícios reais de irregularidades?</p>
<p>( ) Não. Resolver o crime é importante, mas mais importante é garantir que as liberdades individuais não sejam rasgadas no meio do caminho a ponto de vivermos em um clima de medo eterno do próprio Estado.<br />
( ) Sim. Em nome de resolver um crime, todos os meios devem ser usados. Em nome de um bem maior, a legalidade e o direito são um detalhe, uma tecnicalidade.</p>
<p>Não vou dar respostas para o teste. Deixo apenas uma reflexão de Boaventura de Sousa Santos, diretor do <a href="http://www.ces.uc.pt">Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra</a>, em Portugal, e professor da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, e da Universidade de Warwick, no Reino Unido.</p>
<p>Segundo ele, sacrificamos direitos no dia a dia, construindo uma espécie de “totalitarismo a conta-gotas&#8221;. Ferimos a democracia no nosso cotidiano, aparentemente em nome dela. Mas esses “fins&#8221; que “justificam os meios&#8221; são construções idealizadas baseadas em modelos restrito de sociedade. A simples tarefa de fazer coincidir os meios com os fins, hoje, já ganha um caráter utópico, dado esse gritante descompasso.</p>
<p>Então, a pergunta correta talvez não seja “Os fins justificam os meios?&#8221; Mas “Quem determina e escolhe esse &#8216;fins&#8217; e quem se estrepa com os &#8216;meios&#8217;?&#8221;</p>
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		<title>Guatemala: La Puya, resistencia de mujeres a la megaminería</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2014 00:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>El movimiento contra el mega proyecto minero en esta región de Guatemala, conocido por el alto involucramiento de mujeres y sus familias de diferentes comunidades, se enfrenta a la represión policial</p></blockquote>
<p><a href="http://www.pikaramagazine.com/2014/05/la-puya-resistencia-de-mujeres-a-la-megamineria/">Pikara</a><br />
Florencia Goldsman*<br />
24 May 2014</p>
<p><em>Actualización: <a href="http://www.prensalibre.com/noticias/justicia/la_puya-mina_el_tambor-progreso_vii_derivada-san_pedro_ayampuc_0_1143485699.html">Desalojo violento en La Puya en la jornada de ayer dejó a 26 personas heridas</a></em></p>
<div id="attachment_3377" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2014/05/William-Corleto-la_puya_01.jpg"><img class="size-full wp-image-3377" title="William-Corleto-la_puya_01" src="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2014/05/William-Corleto-la_puya_01.jpg" alt="" width="360" height="231" /></a>
<p class="wp-caption-text">(Foto: William Corleto)</p>
</div>
<p>Para llegar a La Puya, en la región norte del departamento de Guatemala, hay que emprender camino de buses destartalados que se dirigen hacia el oriente. En el trayecto tanto el bus avanza como el calor aumenta. Las señales del camino parecen alucinaciones en medio del desierto. Divisamos un cartel que presenta ‘Splash’, un parque acuático de piscinas con despampanantes formas geométricas anunciado en un rótulo oxidado. El cartel también anuncia que dichas fuentes acuíferas son propiedad del alcalde del pueblo, Nito Palencia. Es una zona de conflicto en la que el agua (su calidad para el consumo y utilización para la agricultura) es objeto de defensa, disputa y enfrentamiento por campesinas y campesinos que arriesgan la vida con visión de futuro, dicha publicidad llama la atención: ‘Splash’.</p>
<p>Aquí son las vecinas de las comunidades de las aldeas pertenecientes a San José del Golfo y otras a San Pedro Ayampuc quienes junto pobladores de cualquier edad, maridos, hijos e hijas y vecinos, desde hace dos años parcelan su tiempo para proteger el territorio. Ellas se organizan junto con familia y vecindad para montar una guardia pacífica 24 horas durante 7 días, para permanecer atentas y en guardia a las puertas del territorio que las empresas mineras reclaman como propio para la explotación.</p>
<p>Este camino de tierra rodeado de árboles y vegetación es el lugar en donde se encuentra el ingreso al proyecto Progreso VII Derivado, una de las 12 concesiones estatales a las mineras de exploración que forman parte del megaproyecto de extracción El Tambor, administrado en un principio por la empresa canadiense RadiusExplorations Ltd. y su subsidiaria en Guatemala, Exploraciones Mineras de Guatemala, S.A. (Exmingua). Hoy, no obstante, el proyecto ha sido vendido a la empresa norteamericana Kappes, Cassiday&amp;Associates (KCA).</p>
<p>Las comunidades no reciben estos proyectos a ciegas, tienen información sobre los riesgos y daños que implican: la tala de montes, la movilización de tierras, la construcción de túneles y sobre todo, la perforación de pozos de agua y el uso de sustancias tóxicas. “Nosotros no queremos minería, somos un pueblo muy pobre en agua. El agua sirve para los cultivos y no es posible que sea utilizada para la mina. Y hay que entender que acá, cerca del corredor seco, el agua es muy escasa”, describe Ana Sandoval quien, a sus 22 años, además de estudiar derecho dedica gran parte de su tiempo a acompañar y posibilitar el acceso de periodistas, investigadores y personas solidarias con la resistencia.</p>
<blockquote><p>Los daños son muchos: la tala de montes, la movilización de tierras, la construcción de túneles y sobre todo, la perforación de pozos de agua y el uso de sustancias tóxicas</p></blockquote>
<p>Esta resistencia comenzó un 2 de marzo de 2012 cuando las comunidades informadas del avance del proyecto minero decidieron ocupar la entrada al territorio en donde se comenzarían los trabajos para las minas. Fue una mujer la que se plantó delante de las máquinas desafiando con su vida el avasallamiento. El 8 de mayo del mismo año, durante la madrugada, llegó una manada de máquinas dispuestas a entrar en la mina. Sin planearlo, las mujeres se tendieron en el suelo, cantaron y rezaron para impedir que las excavadoras entraran. Un mes después otra mujer, Yolanda Oquelí, una lideresa de la resistencia, sufrió un atentado en medio de la noche: un desconocido le disparó desde una camioneta. Oquelí sobrevivió a la muerte pero convive con una bala dormida cerca de su columna vertebral.</p>
<p>En diciembre de ese mismo año las mujeres enfrentaron a 25 patrullas que llegaron para desalojar a la población. “Una de mis sobrinas estaba aquí cuidando y la agarraron porque ella no los quería dejar pasar el cerco. Entonces yo la abracé y me tiraron gas, pero justo volteé la cara y no me hicieron nada”, recuerda Felisa Muralles, más conocida como Doña Licha. Esta mujer de 46 años y madre de seis hijos cambió su devenir de ama de casa para convertirse en una activista entusiasta y convencida.</p>
<blockquote><p>“A las mujeres nos ha ayudado mucho porque hemos salido del círculo de quien dice ‘la casa es para la mujer”</p></blockquote>
<p>“A las mujeres nos ha ayudado mucho porque hemos salido del círculo de quien dice ‘la casa es para la mujer’. Estamos en reuniones, aprovechamos para ir a capacitaciones, una lo habla en la casa y esto va cambiando. Aquí muchos esposos que eran remachistas han cambiado. Los niños han tomado conciencia, vienen viejitos también, todos tienen la conciencia que esto hay que cuidarlo porque es lo que Dios nos ha dejado”. El plan de acción es simple y único: no responder a la violencia. A provocaciones ciegas, oídos sordos.</p>
<div id="attachment_3378" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2014/05/William-Corleto-la_puya_02.jpg"><img class="size-full wp-image-3378" title="William-Corleto-la_puya_02" src="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2014/05/William-Corleto-la_puya_02.jpg" alt="" width="360" height="483" /></a>
<p class="wp-caption-text">(Foto: William Corleto)</p>
</div>
<p><strong>El arte de vivir con fe</strong><br />
Cuando en Guatemala se firmaron los <a href="http://wikiguate.com.gt/wiki/Acuerdos_de_Paz">Acuerdos de Paz</a> entre 1991 y 1996 después décadas de exterminio en las aldeas indígenas y de <a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/las12/13-8320-2013-09-20.html">violaciones sexuales cometidas por el Ejército</a>, se abrieron también las puertas al plan global de la economía neoliberal en la región. En lo que va de la última década se ha profundizado el modelo a partir de la modificación del mapa geopolítico, que ha permitido la invasión de las empresas conocidas como ‘neoextractivistas’, que dan continuidad a la arbitrariedad de la política y las medidas represivas.</p>
<p>Los Gobiernos centroamericanos han desarrollado un discurso que bajo el disfraz de “la conservación del medioambiente” da luz verde a la monopolización de los recursos naturales, por medio de proyectos de ecoturismo, agronegocios y conservación de áreas protegidas. Las consecuencias siguen siendo la mercantilización de la biodiversidad, el despojo del territorio, la expulsión de las comunidades de su territorio y el control de la población.</p>
<p>El desalojo de la población de las zonas estratégicas, que son consideradas de alto interés para las transnacionales y los proyectos de Gobierno, desplazan a las poblaciones por medio de la migración forzada cercana a los centros de producción. Mediante estas estrategias los terrenos quedan a disposición para su explotación por las compañías en alianza con los Ejecutivos.</p>
<p>Las licencias otorgadas a la minería dan a Guatemala la sensación de lo eterno. Tal vez sea por eso el vínculo estrecho que tienen mujeres y hombres de La Puya con la fe. Como si su supervivencia estuviera atada a delicados hilos suprahumanos. Y porque las licencias caducarán en 25 años y ellas y ellos no dudan resistir por tiempo indefinido. “Tenemos fe en Dios que va a mejorar la situación, que no van a provocar. Algunos dicen que va haber siembra de arbolitos allí adentro, otros dicen que van a traer gente a vivir aquí, familias que no tienen dónde son todos rumores. Y si eso ocurriera el mismo Gobierno va a venir y los va a sacar”, arriesga Marta Pacheco, una pobladora en su turno de vigilia, que cuando no está en La Puya compartiendo almuerzos y cenas con tortillas, cuida a su esposo convaleciente.</p>
<p>En este sentido, el periodista guatemalteco Oswaldo J. Hernández analiza en el marco de la celebración de los dos años de La Puya: “Muchos coinciden en que una parte de la unidad está en la iglesia. No la iglesia católica o la evangélica, en sí, sino lo que significa desde la fe. Se trata para La Puya de una plataforma, un espacio cedido por los curas y pastores para el encuentro, una en la que las distintas comunidades pueden discutir sobre cómo llevar la defensa del territorio ante la minería, o al menos coordinar algo como La Puya”.</p>
<div id="attachment_3379" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2014/05/William-Corleto-la_puya_03.jpg"><img class="size-full wp-image-3379" title="William-Corleto-la_puya_03" src="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2014/05/William-Corleto-la_puya_03.jpg" alt="" width="360" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">(Foto: William Corleto)</p>
</div>
<p><strong>Orgullosas y de paciencia invencible</strong><br />
Doña Licha relata entusiasmada que desde que participa en La Puya está escribiendo un libro de memorias de la resistencia, con vivencias y fotos: “Ahora me he ido involucrando en más grupos, me he metido en grupos de la iglesia, eso me ha ido desenvolviendo. Ahora que me metí aquí eso me ayudó más. Antes era muy tímida pero ahora soy vicepresidenta del consejo de mi comunidad y directora de la junta directiva del instituto en que trabajo”.</p>
<p>La última semana de abril esta comunidad de resistentes sintió la pequeña satisfacción de una  batalla vencida: 17 máquinas destinadas a la construcción de la mina fueron retiradas del terreno. Sin embargo en La Puya no bajaron la guardia. No obstante, las intimidaciones de parte de la policía no tardaron en llegar el pasado 9 de marzo pero ellas y ellos, con ayuda de la iglesia y del pueblo, sonaron la alarma (el repique de campanas) para que llegara más gente a apoyar. “Habían venido como 26 patrullas y antimotines en su mayoría mujeres. Pero rápido una va viendo qué hacer para no caer en provocaciones y se retiraron”, explica Licha.</p>
<blockquote><p>Desde una lucha que abre una esperanza para posibles alianzas entre movimientos campesinos y comunitarios que comienzan a multiplicar en Guatemala la metodología del “plantón pacífico”</p></blockquote>
<p>“Qué bonito se sentía ver cuando las sacaron las máquinas ésas, tan enormes”, suspira Marta mientras recuerda la salida de los mastodontes de hierro pesado. Desde una lucha que abre una esperanza para posibles alianzas entre movimientos campesinos y comunitarios que comienzan a multiplicar en Guatemala la metodología del “plantón pacífico”. En defensa de los recursos naturales, el agua y el territorio. Las últimas informaciones hablan de un desalojo violento, la resistencia continúa.</p>
<p>*Florencia Goldsman és licenciada en Comunicación Social (UBA), ciberfeminista (@DominemoslasTIC) y azafata en aterrizajes forzosos (@petalosoy)</p>
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		<title>Aggression of the ascetic, by Shiv Visvanathan</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2014 13:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deconstructing Modi’s semiotic war: Is it the end of Nehruvian India? Open Shiv Visvanathan* considers himself a social science nomad 16 May 2014 I come from a family of scientists who are as...
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Deconstructing Modi’s semiotic war: Is it the end of Nehruvian India?</p></blockquote>
<p><a href="http://www.openthemagazine.com/article/voices/aggression-of-the-ascetic#">Open</a><br />
Shiv Visvanathan* considers himself a social science nomad<br />
16 May 2014</p>
<p>I come from a family of scientists who are as Nehruvian as you can imagine. For them, Nehru was a metaphor, a way of life, an intellectual style that was both cosmopolitan and aesthetic. Over the past two decades, one saw attempts to revive and re-articulate the Nehruvian Model. These efforts remained elitist and cosmetic. In reviving Nehru, they did not reinvent him. They created a nostalgia, at most a set of table manners as a form of political correctness. But the real death-blow to the Nehruvian idea came in Amethi this election as Modi stormed the fiefdom to campaign for Smriti Irani. Nehruvianism died a natural death as his epigone oozed mediocrity, confused family and nation, and forgot the axiomatic principles of its perspective. But that was the self-inflicted part of it. India has also seen a symbolic war that has destroyed the Nehruvian imagination and regime. And this we need to understand.</p>
<p>In writing history, it is the taken-for-granted we often forget. Modi’s semiotic war does not begin with Modi, it begins with the RSS. There is a tendency to be paranoid about the Sangh but deny it as anachronistic or tragicomic. The RSS is a powerful machine, and to achieve its aims, it realised the BJP had to achieve power at the Centre. For this, it was even ready to spring-clean the BJP of its old stalwarts. It also needed a man with the mindset of a pracharak who would magnify the RSS view to form the nation’s imagination. This required not the logic of size, which could be inflationary, but the logic of scale. One had to rebuild the imagination layer by layer and word by word.</p>
<p>Think of Narendra Modi. A dour, ascetic, almost colourless man, a chaiwala dressed in a dull white. He is the Eliza Doolittle of the RSS. Modi, 30 years ago, reminds me of the little drawings and cut-out dolls my sisters used to have. There were bare outlines to which one could add any costume; colour it, build on it, transform it. The rules were simple but the possibilities infinite.</p>
<p>Think of the first image of the man. He exudes aggression. He is a nukkad hero, angry with history and Delhi. He feels history, official history, has been unfair to Gujarat, and that Delhi is merely a secret code of exclusion that makes Central power the preserve of the Nehru-Gandhis. Modi is a colourless soul who needs a touch of colour, of style. He has to be rescued from drabness and his dismal science of politics. Colour him literally. His kurta blossoms as peach, light green; his gamcha is now an angavastram, crafted for the symbols of style and leadership. His bare head holds a turban, dyed red, spectacular and ritually deep, with a touch of the primordial. Now, one must manicure the man. The beard is trimmed, the receding hair fights a valiant and victorious battle. A set of waistcoats and Murari Bapu sleeves completes our designer doll. Till now it is a silent movie. One now needs language—both words and body language.</p>
<p>Everyone knows a bully is a temporary cameo. Bullying works only in some contexts, and one then realises a leader is more than a bully. Leadership allows for a bigger canvas. This leader internalises every step. The bluster leads to silence, to a habit of listening. Silence sustained becomes an act of patience, a virtue. He still needs a new vocabulary, something that goes beyond the repetitiveness of riots, of accusation, denial and counter-accusation. The contentious history of the 2002 riots and the redundancy around it has to yield to a different narrative, one that opens out to India’s middle-class like a new promissory note, yet signals a new social contract for minorities.</p>
<p>Development becomes the new ritual of proactive citizenship. It was a secular, technocratic World Bank concept but could also be used as a politically playful dialectic. Thus, one could have the Gujarat or Kerala model of development. On an optimistic day, even the Bihar model. Modi used the halo of development as a disciplinary technocratic term, and then hijacked it politically. Development was now a politician’s game, which economists could join as knight-errants or consultants, secondary characters in the development battle. It was desperately seductive, and the Bhagwatis, Panagariyas, Sens, Nick Sterns and our local pack of social scientists joined in, splitting indices in a ritual reminiscent of the battle over the poverty line after the Green Revolution. Development was now a video game, an object of fixation like PlayStation or X-Box.</p>
<p>You corner a word and create a turf, a set of rituals, and then outsource it. It is now your game. You could create a new civics out of it. Add a variant called Governance, and you elicit a Pavlovian drool. With two words, you have grabbed the high moral ground; you have created a new discourse that all the volumes of EPW cannot drown.</p>
<p>Modi is now Mr Development. It is a conceptual coup that combines a word and a world with brilliance.</p>
<p>Development also performs a few other magical functions. It erases the past and turns one forward-looking; demand for development is a demand for a better future. It erases memory, whether it is a tribal’s past or a Muslim’s view of a land choked in the agony of genocide. Now the past is seen as hypochondria. It is your past and therefore parochial. In a bid to escape the past, Modi invites Muslims to the fair land of development. This is the new civics of citizenship, and erasure, its rite of initiation. It works not so much on minorities but on his constituency— the new middle-class.</p>
<p>Modi and the RSS were shrewd enough to grasp that to create Modi as a leader, he had to be co-produced; that is, mutually recreated along with his constituency— the new middle-class. This class was not confined to the old bureaucratic class of socialism with a mentality as wide as a ration card. It stemmed from consumerism, desire and entrepreneurship, and its origin owed more to Ambani than Nehru. It was a class proud of money-making and ownership of shares as an intrinsic part of citizenship. Aspirational and mobile, it thought beyond caste and sought to create an urbane image of success. While embedded in tradition, it clutched at certain symbols on the way to modernity, like Linus and his blanket. It adored technology and doted on the nation state. It loved Indian culture as a spectacle and was unapologetic about religion. It was tired of being laughed at by secular intellectuals, and Modi became a champion of this new middle-class. He embraced this majoritarian Hinduism by giving it a consumerist veneer. By linking it to the nation state, he literally created a new political project. Three key terms—‘middle-class’, ‘nation state’ and ‘development’—would provide the nodes of his politics. Ready with costumes and a new vocabulary, our actor now had to initiate the new costume ball.</p>
<p>The target: Delhi. The object: the Nehru-Gandhi dynasty. The project: the de-legitimisation of the UPA regime.</p>
<p>+++<br />
One begins tentatively with five-finger exercises. Little forays. Little acts of sniping. One adds to the adrenalin as the audience watches. Gujarat has to be built as the New Paradise. The Congress cannot invoke UPA I, but UPA II has to challenge the promise of Gujarat. A developmental contest begins, and Modi inaugurates its Olympics, each indicator prized like a gold medal. It was a brilliant move. Gujarat’s entrepreneurial successes, its urbanisation experience, its spectacular recovery from the Bhuj earthquake were all highlighted, with Modi orchestrating the show. It was a symbolic battle of numbers, and Modi could piously add that not a single riot had taken place since 2002. Gujarat, the new cornucopia, was contrasted to Delhi. Now Delhi as a construct had to fall symbolically.</p>
<p>For Modi, Delhi was always the Delhi of the Mughals and Nehru-Gandhis, of outsiders who had appropriated history and built a false iconography. Delhi had undermined democracy by undermining federalism. Many states could create alternative societies if Delhi let them; some had already seceded without the Centre knowing it. Supine, Delhi had also failed as a guarantor of security. It had little vision of India as a global power.</p>
<p>Vertebral Modi, ready to take charge of an absentee State called Delhi, would tie the ignored nationalist history of Patel, Vivekananda and Ambedkar to an India of the future. To achieve this, India had to exorcise Delhi of the dynasty.</p>
<p>Exorcisms and openings were to follow. It was, however, a waiting game, full of middle moves, each creating a grid of expectations. India had to be trained to think across a semiotic grid. Modi realised that the opposition ‘Gujarat versus Delhi’ was not enough. He had to shrink criticism, reduce the role of opponents. Criticism was read on the insider-outsider grid, as informal sedition stemming from Delhi intellectuals, the outsiders, the old English-speaking elite. Gujaratis knew better. Second, he had to create a new mentality as a confidence-building measure. Gujarat could receive justice from history only if it asserted itself and narrated its achievements. From its asmita to its economics, it became the antithesis of Delhi.</p>
<p>Yet, symbolism, to be complete, needed characters. Delhi was populated by puppets like Manmohan and Rahul. Their denigration was his next act semiotic destruction. It was an act of baiting and bludgeoning that rendered the Congress effete and its leaders impotent. Of course, Modi had moral luck as his opponents stumbled from scam to scam—their handling of which hurt them more than the scandals themselves. With ‘governance’ becoming a hallowed term, the moral emptiness of the Congress was not difficult to demonstrate. What had to be fastened to its sticking place was Manmohan’s impotence.</p>
<p>Let us look at Manmohan symbolically. The UPA I was legend and he was seen by many as the economist-hero, literally a philosopher king, a man who put his money where his mouth was. India was proud of its academic Prime Minister. Brahminic India waved him like a flag. One had to deflate this, do what a wag called ‘a Churchill’ on him, portraying him, as Britain’s PM had described Attlee, as ‘a modest man with a lot to be modest about’. By UPA II, Manmohan was literally that. His was a goodness that was correct, functional and clerical. Where square pegs had to fit square holes, the Manmohan regime had everything in place. Yet, when things turned erratic, his goodness, the quiet way he adjusted, proved inadequate. It could not cope with epic corruption under the regime’s watch. Manmohan’s goodness became autistic, regressing to a silence that suited Modi, who treated him with contempt.</p>
<p>But Manmohan the functionary was easy to neutralise. The real target was the Prince Charming of the regime, the modernist as boy-scout—Rahul Gandhi.</p>
<p>By UPA II, India had a new generation with no memory of either the Freedom Movement or the Emergency. It was an aspirational generation, globalised and upwardly mobile, open to a new symbolic India of the Information Revolution. To a generation that had microchips as genes, Rahul lacked cybercool. Worse, he treated politics as an avocation, projected an absentmindedness that was disconcerting. He was a successor who acted as third in command. He was almost echolalic in speech, talking of his ‘mummy’ and ‘nani’ when a nation expected assertiveness. For the semiotically hungry Modi, he was a perfect target.</p>
<p>The play of opposites was fascinating. Modi was focused aggression, while Rahul was quiet reticence. Modi was aspirational, while Rahul recited his family genealogy like a BA certificate. Modi gloated over performance, while Rahul signalled empty promise. Modi offered speed, while Rahul signified delay. Modi was inventive, Rahul correct. Modi was responsive, even as Rahul’s learning curve stayed flat. Modi screamed for attention, Rahul was absence personified. Modi summoned Patel, Vivekananda, Savarkar, Ambedkar and Vajpayee as if he had a full-fledged pantheon of nationalist heroes working for him, while Rahul’s language was simplistic, his invocations limited to family names. One suggested an epic, or at least a soap opera full of myth, the other barely survived as a limerick, too relaxed to convey even a Haiku-like tension.</p>
<p>The drama of contrasts became an exaggeration of opposites. Modi may have been an acquired taste, but Middle India was making him a habit, like tea. He had the right flavour, the right intensity, a local Wagh Bakri ready to be an orange pekoe—the right brew ready for the politics of the time.</p>
<p>Yet, Modi was not ready as yet. He had to pass the institutional test, obtain clearances from the Nanavati Commission and SIT. Time slowed symbolically for Modi, but his tactics worked. He realised that dissent was entropic and as critique tended to burn out quickly. It was a waiting game, but wait he could, like a crafty Odysseus, while secular battalions exhausted their script. As memory faded or turned contentiously repetitive, Gujarat signalled a need to move on. The SIT report sanitised him further. With civil society in disarray, Modi was ready for the final battle.</p>
<p>The battlefield had to change. The ‘Gujarat versus Delhi’ story was too parochial. The war had to be grander. Now it was an idea of India, not just an India of ideas. A new, aggressive idea of India—a match for China, proud to be at Davos—had to be articulated. This needed a mix of symbols both traditional and modern, Swadeshi and technocratic. Problem-solving had to have a touch of machismo. And our boundaries, like our integrity, had to be immaculately clear. By then Brookings and the World Bank had hailed him as the prophet of governance. The Congress, in contrast, sounded dysfunctional.</p>
<p>One needed that last touch of ruthlessness, a clearing out of the stables only the RSS could achieve. This regime was not to be a gathering of yesterday’s heroes. The RSS knew this was its sole chance. This would not be the regime of a Vajpayee who needed a stabilising double in Advani. Unlike Vajpayee’s inclusive magic, this was science, a semiotic war to put a new regime in place for the next few decades. This was not a battle for popularity, but survival. If the future was a scythe, it had to behead people from both sides. The future was Modi, the RSS and India. No other force was relevant. The semiotic machine had to strike clean. Modi was to be campaign manager and party supremo. The rest did not count. It was clear cut, this RSS decision. The election war had an economy to it.</p>
<p>+++<br />
If a week is a long time in politics, 10 years can feel like compressed time. In his capture of symbols, Modi has been ruthless. He has captured history, development and a middle-class imagination in 10 years. As a spectacle, he is impressive. Television’s idolatry of him is awesome. He is seen as the exemplar of his own paradigm. Replaying Patel, squashing Nehru’s epigone, and creating a new chapter of history—but as part of the subconscious. The dramas, though, are of a different order. As Nehruvians shrink, ‘Patel’ arises as a grand archetypal statue, the legend of Indian politics. Remember, small victories will not do. One must pulverise the Congress. Numbers must speak, uttering the epic victory of Modi.</p>
<p>As the Modi juggernaut reaches Lutyens’ Delhi, one is still left with many questions. How much of India will be Nehruvian, how much Modiesque? Will the RSS, like the CPM, tamper with society? What kind of role will civil society have? Will the State and RSS crush dissent? Will the marginalised have to accept a majoritarian consensus? What is swadesism in a ‘Modified’ society? Will it be a form of technocratic fundamentalism? These are not easy questions to answer, and as one who belongs to the opposition, one must ensure that Modi does not answer them in a facile manner. Democracy as trusteeship cannot be left to Modi alone. This much an opposition should gracefully and forcefully promise to uphold.</p>
<p>*Shiv Visvanathan considers himself a social science nomad</p>
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		<title>Otra economía, otra política, otra izquierda</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 12:57:51 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><blockquote><p>La Agencia Latinoamericana de Información (<a title="Alainet" href="http://alainet.org/" target="_blank">ALAI)</a> hizo entrega del No. 482 (febrero) de la revista de  ALAI América Latina en Movimiento: &#8220;Para las nuevas izquierdas: ¿Qué  otra economía?&#8221;. El siguiente artículo, elaborado por José Luis Coraggio, es el texto introductorio de la revista en la que participan 10 autores.</p></blockquote>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><a href="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2013/02/Otra-economía.png"><img class="size-full wp-image-1032" title="Otra economía" src="http://alice.ces.uc.pt/news/wp-content/uploads/2013/02/Otra-economía.png" alt="" width="300" height="361" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rojo azul estructurado. Autor: Enrique Tábara (Ecuador)</p>
</div>
<p>Fuente: <a title="Texto Coraggio" href="http://www.alainet.org/active/61755" target="_blank">ALAI AMLATINA</a>, 20/02/2013.</p>
<p>En cierto sentido, América Latina experimenta una suerte de primavera  económica, con términos del intercambio favorables para las economías  nacionales, que vuelven a re-colocarse en la división internacional del  trabajo como productoras de materias primas con posibilidad de captar  significativas cantidades de renta internacional. De hecho, se da un  proceso de industrialización interno a las actividades primarias,  aplicando tecnologías basadas en innovaciones espectaculares, pero en  general con expulsión o precarización del trabajo e irreversible  destrucción de los ecosistemas. Es decir que la denominada nueva  cuestión social no se resuelve por sí sola con estos cambios en la  inserción económica. La captación de renta a nivel mundial no debe verse  sino como un remanso dentro de la crisis epocal que enfrenta el mundo y  particularmente esta región.</p>
<p>Esa crisis incluye, pero no se agota en ella, la de la institucionalidad  del capitalismo y su capacidad de integración de las sociedades  nacional y ahora global. Su estrategia de globalización con predominio  absoluto del capital financiero, especulativo, expoliador y  cortoplacista se muestra destructora de los lazos sociales, polarizadora  a nivel internacional y militarizadora de las relaciones económicas.  Avanzar en la resolución de esa crisis supone transformaciones fuertes,  particularmente en lo relativo a la economía, pero no menos importante  en lo que hace a la política. Porque, ¿de dónde sino va a surgir la  fuerza capaz de contrarrestar la fuerza del capital global y los Estados  dedicados a impulsarlo siguiendo los dictados del Consenso de  Washington? Pues el capitalismo, lejos de tener a la democracia como  correlato político, la usa como fachada del principal sistema de  dominación vigente hoy en el mundo. Como decía Polanyi, la economía que  corresponde a una democracia es una economía socialista, sólo que aún  estamos buscando el modo de definirla y las vías para construirla.</p>
<p>El programa neoliberal de expansión y profundización del mecanismo de  mercado, dando al Estado la función de facilitar, si es que no de  imponer, ese proceso de mercantilización de la vida, no ha cejado y  sigue siendo hegemónico, al punto que los mismos procesos políticos de  orientación popular que han marcado la última década no logran escapar  al sentido común legitimador del sistema. El crecimiento, la eficiencia y  el productivismo en términos del valor de las mercancías producidas año  a año con relación al trabajo invertido, sigue siendo un criterio  central con que se autoevalúan esos procesos. Sin duda que se agrega el  criterio de equidad o de mayor igualdad, pero esto no se aleja demasiado  de la idea del derrame, no dejado ya al mercado sino impulsado por el  Estado y sus políticas sociales focalizadas o, en algunos casos, con  tendencia a generalizarse.</p>
<p>La justificación del primer criterio es que constituye la condición de  posibilidad del segundo, evitando un recrudecimiento de las luchas  internas por la redistribución no ya de los ingresos sino de las  riquezas y los activos productivos. En cambio, la mayor captación de  renta tiene como componente político principal la redefinición de las  relaciones con el capital extranjero que venía monopolizando esas  actividades. Si bien se amengua la presión a la baja del costo directo  del trabajo, característica de la competitividad espuria (CEPAL), no se  supera el modelo extractivista, desde la minería hasta las fuentes de  fertilidad de la tierra. Este segundo componente de la cuestión que  enfrentan las sociedades en un mundo irreversiblemente global, no  reducible a la denominada cuestión social (Mora), es el de la  irracionalidad capitalista que amenaza con agravar las consecuencias de  su desprecio por los límites a la acumulación pero también a la  reproducción de la vida. Esto no está desligado del modo social de  consumo, tanto en lo material como en lo simbólico, y constituye un  componente crítico de la construcción de hegemonía en estos procesos,  como mostró la experiencia de la Nicaragua Sandinista. En todo caso,  está en discusión si esas estrategias suponen una reforma al estilo del  desarrollismo nacional precedente al neoliberalismo, o un desafío mayor  al sistema capitalista.</p>
<p>Las propuestas que se vienen sistematizando de Economía Social y  Solidaria, tanto en el sentido de la Constitución del Ecuador (“el  sistema económico es social y solidario”) como del sentido de prácticas  de promoción o surgimiento, consolidación y desarrollo de formas no  capitalistas de organización económica, dan al sistema que  institucionaliza el proceso económico otro significado. A diferencia de  una economía que ubica al mercado como institución total, conducente a  una sociedad de mercado, necesariamente injusta y frágil en su cohesión,  se trata de definir combinaciones sinérgicas de una diversidad de  principios de organización económica, relativos a la organización del  trabajo, la relación entre trabajo y propiedad de medios de producción,  la calidad del metabolismo socio-natural (intercambio restitutivo o  extractivismo), el peso de la complementariedad/solidaridad/cooperación  respecto al de competencia caótica, la distribución primaria (muy  ligada a la propiedad colectiva o privada individual de los medios de  producción y a los mecanismos de determinación de los precios relativos,  especialmente de la fuerza de trabajo, la tierra, el dinero y ahora el  conocimiento privatizado), la redistribución (progresiva o regresiva) a  partir de autoridades centrales, los intercambios según reglas de  reciprocidad (desde la minga(1) hasta los sistemas públicos de seguridad  social) o de comercio (justo o no) y mercado (para el cual los  criterios de justicia son una irracionalidad), de consumo (responsable o  ilimitado), y finalmente de coordinación (combinaciones de  planificación estatal, social, comunitaria y mercado). Tal combinación  no puede ser el resultado de cierta evolución natural sino de una  construcción política de las sociedades (como lo fue la construcción de  las actuales economías por el proyecto neoliberal iniciado en 1973 en  Chile).</p>
<p>Considero que para las concepciones de economía alternativa que puede  asumir una izquierda renovada, lo político y lo económico no pueden  separarse, ni ya limitarse a ámbitos nacionales. En ese sentido es  promisorio el desafío de construir la Unión de Naciones Suramericanas  -UNASUR-, la Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América  -ALBA- o la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños -CELAC-,  impulsados desde esos procesos en confrontación con la estrategia de  globalización capitalista y sus organizaciones políticas (Mora, Rauber).  En tanto la concepción sustantiva de economía pone como sentido de la  institucionalización del proceso de producción, distribución,  circulación y consumo el resolver la reproducción de la vida digna de  todas y todos, al partir de una situación de extrema desigualdad, de  pobreza y concentración de la riqueza inéditas, lo político se vuelve  central. Es importante, por ejemplo, definir el papel de los sectores  medios en estos procesos. Lo que tiene mucho que ver con las  posibilidades de consumo que permita el proceso de transformación. Y que  las mayorías puedan expresarse y ser la base de nuevos sujetos sociales  y políticos que impulsen otra sociedad y otra economía requiere más y  mejor democracia. En la mayoría de los procesos con sentido popular  antes mencionados se avanza de manera significativa en el cumplimiento  de las normas de la democracia electoral, pero poco en el desarrollo de  formas de democracia participativa, sosteniendo en cambio modelos  presidencialistas que se pretende justificar por la necesidad de lograr  unidad bajo una estrategia que define el poder político concentrado.  Todo esto está sujeto a variaciones no despreciables, pues no es lo  mismo Argentina que Brasil, ni Uruguay que Bolivia o Ecuador, ni ninguno  de ellos que Venezuela (Vargas-Arenas) o que Cuba en su actual proceso  de transición (Rauber).</p>
<div id=":89">Si la economía debe proveer las bases materiales para cualquier  transformación social y política progresista en este momento de  transición epocal, es preciso preguntar cuál es la utopía realista de  esa otra economía, base de otra sociedad y otro modo de  institucionalizar lo político. Y en particular qué proyecto económico  tiene o puede tener la izquierda. Esto nos lleva a re-preguntarnos qué  es la izquierda en este momento y cuáles son sus desarrollos posibles.  Compartimos la idea de que la modernidad tuvo su propia izquierda,  finalmente institucionalizada. Y que el socialismo del siglo XX propuso  un modelo de otra economía, centralmente planificada, y/o fuertemente  reguladora de la propiedad privada y de la libertad de mercado, pero que  compartió con el capitalismo el mismo modelo de industrialización, de  eficiencia, de extractivismo. Que, por otro lado, no superó el  economicismo en sentido limitado (bienestar=acceso creciente al consumo,  racionalidad=oportunismo individualista, lazo social=intercambio  competitivo) ni las formas de discriminación o el sistema patriarcal  (Quiroga Díaz y López Correa) que hoy constituyen reivindicaciones  particulares con pretensión de universalidad de diversos movimientos  sociales.&nbsp;</p>
<p>El sentido declarado de la política de izquierda sigue siendo la  igualdad, pero está claro que no puede avanzarse hacia ella sin  transformar profundamente las estructuras económicas, sin mucha más y  mejor democracia, sin atacar los sistemas de dominación, sin  transformaciones culturales contra-hegemónicas. Varios de esos procesos  se autodenominan revoluciones (Bolivia, Ecuador, Venezuela), pero  aquella idea de una vanguardia revolucionaria que tome el poder  centralizado para desde allí dirigir las transformaciones económicas que  conducirán a otras relaciones sociales ya ha demostrado ser un camino  no conducente. Por otro lado, el desarrollismo enmarcado en una  concepción crítica de la relación centro periferia puede ser reflotado y  aggiornado (Rendón, Cordera) y en convivencia con él (¿aquel proyecto  social-demócrata?) habrá que armar alianzas, pero el vector que abren  los nuevos movimientos sociales traerá inevitablemente tensiones pues el  mismo concepto de desarrollo está en cuestión (Rauber). Tensiones que  se manifiestan como conflictos entre los movimientos sociales que  lideraron las transformaciones institucionales para orientar la sociedad  hacia otro futuro, por un lado, y las tendencias al pragmatismo  inmediatista de la izquierda gobernante por el otro. Tensiones y  conflictos que no son caprichosos, pues reflejan contradicciones  objetivas de estos procesos en este contexto mundial.</p>
<p>Sin embargo, es preciso superar el falso dilema mercado-Estado o  pretender substituirlo por la igualmente falsa opción Estado-sociedad.  La sociedad civil es parte del Estado en el sentido gramsciano de Estado  ampliado, y lugar de confrontación hegemonía-contrahegemonía. Una de  las fuerzas culturales más potentes del sistema capitalista es la de los  valores mercantiles introyectados en todas las prácticas sociales, la  privatización/mercantilización de la vida en todos sus aspectos  (educación, salud, seguridad, artes, deportes, y todas las condiciones  esenciales de la vida). Luchar contra esa fuerza no implica pretender  abolir el mercado. Recuperar la soberanía monetaria reduciendo la  capacidad de emisión de dinero-deuda por el sistema financiero privado  es otra acción urgente. Para avanzar en la construcción de otro sistema  económico, todas estas acciones requieren construir su legitimidad  social y, para ello, mostrar la viabilidad y conveniencia de sus  resultados en nombre del bien común. Nada de esto se da sin conflicto,  incluso –si es que no principalmente- entre las diversas versiones de la  izquierda.</p>
<p>Una vía para resolver estos conflictos paralizantes es enfrentar un  desafío mayor: constituir el pueblo como convergencia de las  reivindicaciones de los nuevos movimientos sociales plenamente  reconocidos como sujetos políticos, y hacerlo buscando una articulación  con un sistema político representativo que no se reduzca a la necesaria  lucha electoral o a las tentaciones clientelistas. Esto, por ejemplo,  pone a la izquierda gobernante límites estrictos a los modos de  implementar los imprescindibles procesos de redistribución,  restableciendo y superando el sistema de derechos sociales que el  neoliberalismo destruyó tan eficazmente. Y realzando que uno de esos  derechos es el de acceder a medios de producción bajo formas  asociativas, comunitarias, a cogestionar los públicos con el Estado, a  participar real y no vicariamente en las decisiones económicas críticas  en el mediano y largo plazo.</p>
<p>Otra economía requiere cambios institucionales en la normatividad  jurídica (como las nuevas constituciones o la restitución del derecho a  nacionalizar actividades y recursos críticos) pero también culturales,  que hoy podrían ser ilustrados por la posible hegemonía de las  propuestas del Buen Vivir o el Vivir Bien. Pero adoptar esta nueva  filosofía (Elizalde) requiere concretarla, encontrar las mediaciones con  el accionar concreto de gobierno y sociedad civil, y con la  transformación de las prácticas económicas cotidianas de los actores  económicos. Puede adelantarse que, al menos durante una larga  transición, no se trata de soñar una economía del ocio, sino del trabajo  emancipador, contrapuesta a la economía del capital. Que debe admitir  la diversidad (Mora) y no pretender imponer modelos únicos de  organización económica (economía doméstica, familiar, comunitaria,  cooperativista, pública, privada, gestión de los bienes comunes…),  máxime admitiendo que lo económico es pluridimensional y no meramente  crematístico. Y que estamos iniciando un proceso de exploración y  aprendizaje y no implementando soluciones con pretensión de verdad  universal.</p>
<p><em> José Luis Coraggio es Director Académico de la Maestría en Economía  Social (MAES), ICO/UNGS, Argentina. Es coeditor de la entrega No. 482 de  América Latina en Movimiento.</em></p>
<p>(1) Minga: término andino para el trabajo colectivo comunitario.</p>
</div>
<div>Más información: América Latina en Movimiento. &#8220;<a title="Revista ALAI: Economía, izquierdas" href="http://alainet.org/publica/alai482w.pdf" target="_blank">Para las nuevas izquierdas. ¿Qué otra economía?</a>&#8220;.</div>
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