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Rosa Luxemburgo

Giuseppa Spenillo
Publicado em 2020-04-20

A figura de uma mulher serena e segura que dizia o que pensava com coragem e convicção chama atenção na história das lutas sociais modernas. Talvez, se a existência de Rosa Luxemburgo não tivesse sido abreviada de forma abrupta, os caminhos para um mundo melhor ganhassem outras direções e desdobramentos; outros sentidos e formatos. Para Rosa Luxemburgo a luta social não era uma negociação, uma ocupação ou uma guerra, mas uma tarefa inevitável e inadiável.

 

A luta e o pensamento de Rosa Luxemburgo revelam elementos de uma visão diferenciada de mundo. Um pensamento feminino, para além de feminista. Um pensamento pacífico, para além da escalada da violência e da guerra que conheceu. Um pensamento otimista, frente às desesperanças da época em que viveu. É este pensamento que se interpreta aqui a partir das rupturas que produziu com o paradigma moderno. Rosa viveu de modo intenso, deixando ao mundo as suas lições.

 

“Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres.”
“Há todo um velho mundo ainda por destruir e todo um novo mundo a construir. Mas nós conseguiremos...”
“No meio das trevas sorrio à vida, como se conhecesse a fórmula mágica que transforma o mal e a tristeza em claridade e em felicidade. Então, procuro uma razão para esta alegria, não a acho e não posso deixar de rir de mim mesma.” (Rosa Luxemburgo)


                                                                  
Em 05 de março de 1871 nasceu Róża Luksemburg, em uma família de polacas/os judias/eus, sob dominação do Império Russo. Viveu 48 anos, sendo assassinada pela polícia alemã em 15 de janeiro de 1919. O que aconteceu no mundo nesse breve período de tempo? Quais estruturas dominantes e quais anseios e vozes eram silenciados em função de tal dominação? O que provocou em Rosa Luxemburgo decisões radicais, como a opção pela cidadania alemã, a filiação ao movimento socialista, a militância revolucionária? O que seu legado revela sobre a virada dos séculos XIX e XX?

 

Como há 100 anos, vive-se hoje numa organização social marcada por desigualdades e injustiças e estruturada sobre sistemas de dominações que definem o bom, o belo, o certo, o legal. Esse conjunto de normas sociais que oprime as ações quotidianas, vontades e identidades, estava em formação durante o século XIX e, com a força do mais forte, desfazia o que não era igual. Contra o paradigma capitalista, colonial e patriarcal Rosa Luxemburgo não teve dúvidas em direcionar sua vida.

 

Como era o mundo que Rosa recebeu? O século XIX foi rico em inovações científicas e culturais. Também em conflitos, mobilizações e lutas sociais. Em 1871, aquando do nascimento de Rosa Luxemburgo, perfazia-se um século de descobertas que antecipavam uma nova estrutura social, política e econômica e fariam do século XX uma época de transformações rápidas e globalizadas, com mudanças dramáticas na família, na escolaridade, nas/os jovens, na mulher.

 

Mudanças que vieram em decorrência de acontecimentos do século XIX, como a abolição de escravaturas nos EUA e no Brasil; a queda de impérios como em França e em Roma; a proclamação do Império alemão; o reconhecimento dos sindicatos na Inglaterra; a Comuna de Paris; a formação dos movimentos social-democratas e fundação de novos partidos. Todas estas transformações, no entanto, se deram sob as bases do capitalismo mercantil. A formação de um mercado capitalista e imperioso conduziu as transformações e revoluções dos séculos XIX e XX à supremacia do econômico.

 

Um paradigma racional e científico se consolida então, e monopoliza a produção de conhecimento, arte e política. Várias tecnologias são tornadas mercadorias pela indústria capitalista, sejam as grandes linhas de ferro, a fotografia, a máquina de escrever, a medição da pressão arterial, a transfusão de sangue. Soluções para a vida prática e para a autoestima ocidental, tais tecnologias são reunidas e organizadas sob o modo capitalista e tornadas dominantes como único modo de conhecimento aceito e legítimo.

 

As artes, com Beethoven (Nona Sinfonia, 1823), Wagner (O navio fantasma, 1843), Balzac (A comédia humana, 1845), Lewis Carroll (Alice no país das maravilhas, 1848), Verdi (Rigoletto, 1851), Rodin (O pensador, 1880); a filosofia e as ciências, com Comte (Discurso sobre o espírito positivo, 1844), Marx (O Capital, 1864, edição alemã), Darwin (A expressão das emoções no homem e nos animais, 1872), Nietzsche (Humano, demasiado humano, 1878), dentre outros, também acompanharam o paradigma racional dominante – mesmo quando na perspectiva crítica, autores e obras reforçavam a supremacia da razão e dos métodos científicos.

 

Nessa configuração racional, capitalista, industrial, e que se quer universal, surge uma menina polaca e judia que, como outros jovens de sua geração e origem, não aceita a ordem estabelecida e se entrega às lutas revolucionárias. Rosa Luxemburgo não se intimidou pelas lideranças masculinas e dominadoras dos movimentos a que se filiou – a Social-Democracia do Reino da Polónia, o Partido Social-Democrata da Alemanha e o Partido Comunista da Alemanha. Não teve medo de rupturas, o que demonstrou, por exemplo, ao deixar o Partido Social-Democrata, em 1915, por não concordar com o apoio à participação alemã na Primeira Guerra Mundial.

 

1. Vida e formação
1.1. Infância e juventude

 

Quinta filha dos Luxemburgo, Rosa mudou-se com a família para Varsóvia aos dois anos de idade. Uma doença no quadril a obrigou a passar um ano de cama e, em consequência, uma das pernas cresceu menos do que a outra. Aos nove anos ingressou no colégio e lá entrou para o Partido do Proletariado. Rosa Luxemburgo iniciou sua vida política participando da organização de uma greve geral, que resultou na morte de líderes e na dissolução do partido.

 

Aos 18, com um mandato de prisão, fugiu para a Suíça e iniciou estudos de economia política e direito na Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique. Em 1897, casou-se com Gustav Lübeck, adquirindo cidadania alemã. Divorciou-se cinco anos depois. Com a tese O desenvolvimento industrial da Polónia, obteve doutoramento em 1898, aos 27 anos – feito raríssimo na época para uma mulher. Em seguida mudou-se para Berlim, onde integrou o Partido Social-Democrata da Alemanha.

 

A partir daí, desenvolve vida e teoria revolucionárias. Não apenas seus escritos e discursos, mas suas decisões e estilo de vida são rupturas com uma ordem naturalizada de poder, que diferenciava um grupo dominante – homens – dos demais grupos sociais, talvez com mais força que as distinções entre classes sociais apontadas pelas teorias sociológicas. Rosa teve em Marx e Engels as referências na produção teórica e na proposição revolucionária. No entanto, enxergava outros elementos constituintes das desigualdades sociais, como o esmagamento das diversidades.

 

A questão política aparece para Rosa Luxemburgo com grandeza comparável à questão econômica do socialismo científico de Marx e Engels. Rosa entendia que o instrumento de luta por excelência era a greve organizada pelas massas, cabendo ao partido e aos sindicatos a tarefa política, e não técnica. Em Greve de massas, partido e sindicatos, de 1906, oferece diversos elementos para demonstrar que a greve sempre ficou como uma discussão teórica e estéril no bojo da social-democracia.

 

Para a autora, tal discussão era confrontada pela Revolução Russa. E, nesse ponto, percebe-se um pensamento alternativo em Rosa Luxemburgo. Ultrapassa a compreensão generalista sobre capitalistas e operários e desenvolve uma leitura comparada entre as condições do movimento proletário na Rússia czarista e na Alemanha. Aponta como grande diferença entre ambos um pensamento dominante na Europa ocidental que não deixa outras formas de organização e manifestação da luta social aflorarem e crescerem. Para Rosa, são qualidades empíricas que permitem às/aos operárias/os russas/os partir para a ação.

 

Luxemburgo percebe diferenças entre nações com processos econômicos e sociais distintos, que permitem enfrentamentos políticos diferenciados. É uma visão de quem compreende a diversidade de saberes, para além da dominância engessadora do conhecimento científico. Rosa Luxemburgo desnaturalizou desigualdades e distinções por suas posturas e compromissos ao longo da vida. Nesse sentido, colaborou para a construção de uma nova concepção de igualdade ao incorporar as/os sujeitos sociais em suas pluralidades, diversidades e ambiguidades.

 

Foi vencida em muitas das disputas políticas nos movimentos e partidos de que participou. A visão masculina e dominadora predominou nas propostas socialistas, no comunismo de Estado e nas democracias que se instauraram no mundo eurocêntrico ao longo do século seguinte. No entanto, seu legado para as lutas sociais contra desigualdades e injustiças permanece desafiando a construção de um mundo diferente.

 

1.2. Militância e teoria revolucionária

 

Militância e teoria estiveram abraçadas na vida de Rosa Luxemburgo. Seus livros, alguns deles escritos nas prisões onde esteve, são respostas às dificuldades da ação política. Vida privada e projetos pessoais anularam-se em função da militância e do estudo exaustivo da economia capitalista, do socialismo científico, da história dos sindicatos e dos movimentos operários.

 

O filme Die Geduld der Rosa Luxemburg, de Margarethe von Trotta, explora bem os sentimentos de injustiça, revolta e desespero com a situação de vida e trabalho do proletariado no mundo em geral e na Alemanha, em particular, que conduziram vida e obra de Rosa Luxemburgo. A vida de Rosa se desenvolveu em torno dos eventos da Social-Democracia, nos quais não hesitou em assumir protagonismos.

 

Do primeiro livro – A Revolução Russa (1899) – ao último – O que pretende Spartacus (1918), Rosa Luxemburgo abriu frentes de discussão e apresentou novos pontos de vista acerca de questões que pesavam sobre o movimento operário e a ação sindical, o partido social-democrata e as condições para superação do capitalismo.

 

Rosa Luxemburgo deixou lições que a fazem mestre do mundo: a dedicação à revolução, a compreensão de mundo diverso daquele masculino, bélico, centrista e colonialista do Ocidente moderno. São lições que ultrapassam os limites paradigmáticos do pensamento racional, expostas em suas obras.

 

2. As suas Obras
2.1.  Reforma Social ou Revolução? (1899)

 

A questão central para Rosa é defender entre reforma e revolução “um elo indissolúvel: a luta pela reforma social é o meio, a revolução social o fim.” (Luxemburgo, 1975: 5). Expõe argumentos teóricos e históricos para combater o que chama de teoria revisionista, puxada por Bernstein e Schmidt, que propõem a adaptação da economia capitalista de forma a abarcar cada vez mais pessoas como capitalistas e a acomodar salários e lucros. Luxemburgo responde a estas teses com fervor militante de quem acredita na revolução. Para ela, os instrumentos democráticos serão sempre ocupados e significados pelos grupos dominantes, ou seja, “logo que a democracia tenda a negar o seu carácter de classe e a transformar-se num instrumento dos autênticos interesses do povo, as próprias formas democráticas são sacrificadas pela burguesia e pela sua representação de Estado. ” (1975: 32)

 

2.2. Greve de Massas, Partidos e Sindicatos (1906)

 

“O preço que a massa proletária paga por cada revolução é com efeito um oceano de privações e sofrimentos horríveis.” (Ibid.: 64).

 

Para Rosa, a Revolução Russa de 1905 expõe a fragilidade da posição teórica da social-democracia alemã que insistia no debate técnico sobre a greve geral e, com isso, impedia a revolução. Acusa que a greve geral era vista pela social-democracia como um problema teórico: “a revolução russa submeteu essa argumentação a uma revisão fundamental; permitiu, pela primeira vez na história da luta de classes, a grandiosa realização da greve de massas (...), inaugurando assim uma nova época” (Ibid.: 11). Luxemburgo conclui que a passagem da greve teórica para a greve real, ou do debate interminável para ação política, está no movimento sindical, que deve superar posições retóricas e medrosas dos dirigentes e assumir a função que lhe cabe: “O movimento sindical (...) traduz a realidade viva existente na consciência dos proletários conquistados pela ideia da luta de classes.”. (1974: 109)

 

2.3. A Acumulação do Capital (1913)

 

Livro eminentemente teórico, escrito no período entre 1908 e 1914 em que Rosa lecionou na escola do Partido Social-Democrata alemão, em Berlim, A acumulação do capital levantou grandes controvérsias. Nele, propõe responder a problemas postulados, mas não solucionados por Marx em O Capital. No entanto, por questões mais políticas do que didáticas, o livro é combatido por teóricos da social-democracia, como Nikolai Bukharine que escreve a réplica Imperialismo e acumulação de capital. Rosa Luxemburgo, na prisão, durante a guerra, escreve A acumulação do capital – Uma anticrítica, com o subtítulo Ou o que os epígonos fizeram da teoria de Marx, no qual defende posições teóricas, políticas e pacifistas. Assim, a aula de economia se transforma num brilhante exercício de exposição e luta por ideias e ideais.

 

2.4. O Que Pretende Spartacus? (1918)

 

Spartacus foi o líder de um exército de escravos na Roma Antiga, que lutou contra as elites econômicas e políticas e modo de vida escravocrata e feudal. Serve de inspiração para Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht e Clara Zetkin fundarem, em 1915, a Liga Spartacus.

 

Na brochura O que pretende Spartacus?, Rosa apresenta os ideais que orientam o grupo na luta pelo socialismo com o proletariado, em oposição ao governo social-democrata instalado após a queda do imperialismo alemão, em 1918. Acredita nas “massas proletárias”, que mostrariam “zelo na ausência do chicote patronal, uma produtividade firme sem carcereiros capitalistas, disciplina sem coação e ordem sem domínio.” (1975 [1918]: 138) e na redenção pelo socialismo. Rosa referenda-se no socialismo científico inaugurado por Marx e Engels: “O socialismo é actualmente a única esperança da humanidade. Por cima das muralhas em desabamento do mundo capitalista flamejam em letras de fogo as palavras do ‘Manifesto Comunista’: Socialismo ou queda na barbárie.” (Ibid.: 136-137). E propõe uma breve lista de tarefas a serem realizadas pelo povo.


Tais tarefas exprimem a esperança de Rosa de que o povo conseguiria assumir e exercer o poder de modo revolucionário. “Desde as instâncias superiores do Estado até à última das comunas, a massa proletária deve liquidar os órgãos de domínio de hegemonia burguesa; conselho de ministros, parlamento, municipalidades.” (Ibid.: 137). Na visão de Rosa, as/os proletárias/os se tornariam aptas/os, pela ação educativa da social-democracia, e “Através dos seus Conselhos de operários e de soldados”, a transformar a forma de exercício do poder político.

 

3. Lições de Rosa
3.1. Olhar feminino

 

O olhar de Rosa, um olhar feminino num meio marcadamente masculino – partido, academia e militância –, lapida a ideologia com ternura, em frases como “o socialismo científico vê na revolução uma profunda transformação interna nas relações de classe.” (1974: 59). Lapida a teoria com simplicidade e humildade, ao buscar nas ruas e nas massas as respostas para as questões que desafiam a social-democracia.

 

E também critica o paradigma machista com coragem, como ao deslocar a perspectiva em debate do foco econômico para o político – numa resposta sem medo à corrente marxista. Rosa Luxemburgo oferece uma olhar carregado de antipatriarcalismo quanto às condições epistemológicas de interpretação dos embates políticos do movimento socialista alemão. Rejeita as conclusões demasiadamente racionais e contra elas elenca episódios da luta política; contra os argumentos frios da análise econômica apresenta argumentos quentes da experiência militante.

 

3.2. Pacifismo

 

A posição pacifista foi uma marca na militância de Rosa, seja no pré-primeira guerra mundial, quando afirmou sobre as guerras civis europeias: “(...) somos obrigados a constatar que a guerra foi um auxiliar indispensável do desenvolvimento capitalista.” (1975 [1899]: 30). Ou no pós-guerra, quando em 1918 discursou no Congresso do recém criado Partido Comunista Alemão: “Os resultados da guerra mundial colocam as classes burguesas na impossibilidade de encontrar uma saída no terreno do seu domínio de classe e do capitalismo.” (Ibid.: 114). No espírito não belicista de Rosa, a constatação dos erros da guerra patrocinada pelo capitalismo levaria o conjunto da sociedade alemã ao reconhecimento progressivo do socialismo como a forma ideal de organização social. E, na proposta tática da Liga Spartacus, alerta para o caminho da não-violência: “A revolução operária não implica nos seus objectivos nenhum terror, odeia e tem horror ao assassínio. Não tem necessidade de verte sangue, não ataca os seres humanos, mas as instituições e as coisas.” (Ibid.: 139).

 

3.3. Esperança e altruísmo

 

Um pensamento esperançoso e altruísta, que via na privação e no sofrimento a força para a tomada do poder político pelas/os trabalhadoras/es assalariadas/os. Ao analisar o desenvolvimento do capitalismo e seus possíveis desdobramentos, Rosa apenas aceita a via que leva à revolução socialista como superação do capitalismo. Nesse sentido, retira crédito ao argumento da formação de organizações patronais, apresentado pela corrente revisionista da social-democracia como um abrandamento dos problemas, convencida de que “o remédio transformar-se-á no próprio mal e o capital, fortemente socializado pela organização e concentração transformar-se-á novamente em capital privado.” (Ibid.: 15-16).

 

Uma grande esperança no ser humano atravessa o discurso de Rosa Luxemburgo e a permite manter acesas chamas de paixão pela causa da/o operária/o vista/o com empatia e confiança, com carinho e esperança. É uma/um operária/o idealizada/o, muito embora sustentada/o sobre as manifestações proletárias e sindicais de fins do século XIX e início do século XX na Rússia, sobretudo. Um pensamento que prima pela qualidade da informação, buscada em sua fonte primeira; pela análise histórica dos acontecimentos sociais e políticos; por uma visão holística e livre de pré-conceitos. Seu limite é o legado marxista. No entanto, também com este estabelece enfrentamentos ao postular a visibilidade das pluralidades e diversidades nas lutas das/os trabalhadoras/es. A pasteurização das demandas e perda das/os sujeitos e suas especificidades é um  risco inerente às lutas sociais institucionalizadas em partidos e sindicatos. Rosa Luxemburgo queria diferente, queria a voz das massas – e nelas confiava como sujeitas/os revolucionárias/os.

 

 

Referências

Luxemburgo, Rosa, 1974 [1906]. Greve de massas, partido e sindicatos. Coimbra, Centelha. Tradução: Rui Santos.
Luxemburgo, Rosa, 1975 [1899]. Reforma social ou revolução? Porto, Publicações Escorpião. Tradução: F. Simões e J.C. Dias.
Luxemburgo, Rosa, 1975 [1918]. “O que pretende Spartacus?” Reforma social ou revolução? Porto, Publicações Escorpião. Tradução: F. Simões e J.C. Dias.
Luxemburgo, Rosa, 1975 [1918]. “O nosso programa e a situação política”. Discurso no Congresso de fundação do Partido Comunista Alemão. Reforma social ou revolução? Porto, Publicações Escorpião. Tradução: F. Simões e J.C. Dias.
Luxemburgo, Rosa, 1988. A acumulação do capital. Vol. 1 e 2. Coleção Os Economistas. São Paulo, Nova Cultural.
 

 

Como citar

Spenillo, Giuseppa (2019), "Rosa Luxemburgo", Mestras e Mestres do Mundo: Coragem e Sabedoria. Consultado a 23.10.21, em https://alice.ces.uc.pt/mestrxs/?id=27696&pag=23918&id_lingua=1&entry=29128. ISBN: 978-989-8847-08-9