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	<title>Alice News &#187; Participation</title>
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		<title>Em fórum na Tunísia, sociólogo pede diálogo de Dilma com movimentos sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 10:16:36 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, defendeu hoje (25), no Fórum Social Mundial (FSM), mais diálogo da presidenta Dilma Rousseff com os movimentos sociais. Boaventura participou de todos os encontros promovidos pelo FSM, desde a sua criação, em 2001, em Porto Alegre.</p></blockquote>
<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-03/no-forum-social-sociologo-pede-mais-dialogo-de-dilma-com-movimentos">Agência Brasil/EBC</a><br />
25 Mar 2015<br />
Ana Cristina Campos &#8211; Enviada Especial</p>
<p>“Ela [Dilma] está com tempo para inverter este caminho [de distanciamento] e de rapidamente procurar o apoio dos movimentos sociais. Mas é preciso vontade política”, disse.</p>
<p>Para ele, a situação social e política mudou muito desde o início da década de 2000, quando havia um grande ânimo de transformação social e política e grande participação social. Muitos países da América Latina, segundo ele, atravessam dificuldades, e é preciso aprender com os erros.</p>
<p>“Penso que houve muitos erros que se cometeram ao longo desses anos, alguns deles têm a ver com o fato de a energia da participação social, que foi fundamental na transformação política, de uma certa maneira, se atenuou. Os movimentos sociais não devem esmorecer, devem fazer pressão sobre os governos progressistas que ainda existem para eles não se renderem totalmente”, disse Boaventura, que também é fundador da Universidade Popular dos Movimentos Sociais.</p>
<p>Para a secretária de Cidadania e Diversidade do Ministério da Cultura, Ivana Bentes, é decisivo pensar a participação nas urnas e nas ruas. “Temos visto um Brasil desde 2013 nas ruas com manifestações da esquerda e da direita. Isso é absolutamente legítimo. O que falta, talvez, seja uma integração maior entre os mecanismos da rua com o voto, ou seja, as pessoas querem ser cogestoras das políticas do Estado.”</p>
<p>Segundo Ivana, o Estado e os movimentos sociais têm de reinventar as formas de participação para que haja uma ponte entre as manifestações e as políticas públicas. “O aparato de Estado é lento, ele custa a incorporar as inovações sociais, só que as pessoas estão cada vez mais intolerantes com essa velocidade. Muitas das manifestações que se veem nas ruas refletem o desejo de que o Estado se desengesse e crie uma velocidade nova para atender a um mundo que está online, conectado. Em relação aos movimentos sociais, só manifestação não basta. Tem que ter propostas. A pergunta para os movimentos é: &#8216;o que fazer depois que você sai da rua?&#8217;”.</p>
<p>Boaventura e Ivana integraram, na Casa Brasil, uma mesa de debate sobre participação social. A Casa Brasil é um espaço promovido por organizações que fazem parte da delegação brasileira. O Fórum Social Mundial vai até sábado (28) na Universidade El Manar, na capital tunisiana.</p>
<p>Quanto aos comentários do sociólogo português Boaventura de Sousa Santos sobre Dilma Rousseff e seu governo, a assessoria de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência divulgou uma nota em que informa que desde 2003, o Brasil iniciou um ciclo importante de mudanças com conquistas sociais, como a retirada de 36 milhões de pessoas da extrema pobreza, o que contribuiu para o aumento da participação da população não só no acesso às políticas públicas, mas também na formulação delas.</p>
<p>Segundo a nota, o governo brasileiro também ampliou a capilaridade do Estado, por meio de uma estrutura de participação social que se tornou referência em todo o mundo, citando como exemplo os diversos conselhos temáticos, mesas de negociação e diálogo, conferências e a Política Nacional de Participação Social.  “A democracia participativa é um compromisso e um método deste governo. Avançamos muito nesse campo. De 1941 a 2002, por exemplo, foram realizadas apenas 41 conferências temáticas. Já de 2003 a 2014 foram 103, que envolveram mais de 8 milhões de pessoas”, disse o chefe da assessoria internacional da Secretaria-Geral, Jeferson Miola.</p>
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		<title>Italia: La cuoca di Lenin ha preso il dottorato</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jul 2013 09:55:04 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Molto si discute a sinistra del documento con il quale  Fabrizio Barca, ex ministro del governo Monti e bravo economista, ha messo a fuoco la necessità, ai fini del buon governo, di partiti rinnovati all’insegna di quello che  lui chiama lo “sperimentalismo democratico”.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.giulianoamato.it/la-cuoca-di-lenin-ha-preso-il-dottorato/">Il Blog de Giuliano Amato</a><br />
18 Jun 2013</p>
<p>Coloro che seguono questo mio blog e che per questo hanno letto quanto sono venuto scrivendo sui partiti, troveranno molte analogie fra le mie tesi sui partiti e lo sperimentalismo democratico di Barca. Pensiamo entrambi che la vita di una democrazia non è soltanto nelle primarie, nella partecipazione cioè dei cittadini alla scelta e quindi all’elezione dei leader politici. Essa deve continuare in vista degli indirizzi e delle scelte che i leader faranno propri e che dovrebbero formarsi non all’oscuro dei cittadini, ma in una perdurante interazione con loro. Non è forse questo ciò che la Costituzione si aspettava e si aspetta dai partiti, quando scrive, all’art.49, che attraverso di essi i cittadini “concorrono alla determinazione delle politiche  nazionali”? Concorrere alla determinazione delle politiche non è eleggere coloro che le verranno facendo, è interagire con loro quando le  maturano e poi le trasformano in decisioni operanti su tutti. Ed è stata proprio la carenza di questa interazione ciò che ha reso asfittica la nostra democrazia, ha fatto crescere risentimenti e malumori e ha alimentato, insieme alla protesta, la disistima e la ostilità nei confronti di “caste” impermeabili alla “società civile” e lontane dalle sue esigenze.</p>
<p>Lo sperimentalismo democratico di Barca si colloca in questo vuoto ed è quindi una rinnovata e vigorosa proposta di democrazia partecipativa, intendendo giustamente quest’ultima non come un’alternativa a quella rappresentativa, ma come una sua irrinunciabile componente. Nella proposta c’è tuttavia qualcosa di più di quanto si legge in quanto era stato scritto sino ad ora al riguardo e di sicuro  di più di quanto io stesso ho scritto. Ciò che Barca mette in luce, infatti, non è soltanto quella elementare esigenza del buon governo che è il far maturare le risposte ai bisogni dei cittadini attraverso un confronto diretto con le loro domande. No, c’è di più, perché in un tempo di conoscenze diffuse e di specialismi costruiti sull’esperienza sono molto spesso i cittadini a possedere il know how, o pezzi del know how, che serve a formulare le risposte. E quindi i governanti che si sottraggono allo sperimentalismo democratico e non si organizzano in modo da consentire ai cittadini di concorrere alla determinazione delle politiche nazionali, non solo possono avere una percezione inadeguata delle esigenze a cui rispondere, ma anche una conoscenza inadeguata degli elementi sui quali vanno costruite le loro risposte.</p>
<p>Ai tempi della fabbrica fordista –nota giustamente Barca- i capi pensavano all’organizzazione del lavoro e  gli operai stavano alla catena di montaggio , passando la giornata a  stringere in modo eguale viti tutte eguali, come faceva Charlot nel film “Tempi moderni”. Nella fabbrica post fordista,  dell’organizzazione sono diventati partecipi tutti, attraverso le funzioni non più manuali ma di controllo che ciascuno  esercita sul macchinario o il computer  con il quale lavora. Ecco, anche la democrazia è diventata post fordista e anche in essa le conoscenze diffuse diventano bagaglio essenziale di governo.</p>
<p>Sarebbe troppo dire che ciò riguarda davvero tutti quanti, che tutti noi abbiamo conoscenze essenziali a governare e che nessuno di noi ha solo e soltanto domande da porre a chi governa. Ma poco importa ai fini dello sperimentalismo democratico, che ha da essere eguale a se stesso in tutte le sue manifestazioni e che serve comunque a far vivere la democrazia, sia che raccolga le nostre domande, sia che ci permetta di offrire, quando li abbiamo, gli elementi conoscitivi per le risposte.</p>
<p>Un fatto è certo. La cuoca di Lenin, sia rimasta o meno in cucina, potrebbe avere ormai un dottorato. Nel qual caso c’è molto che anche Lenin potrebbe imparare da lei.</p>
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